Friday, February 20, 2026

Marinha vende 4 navios

NRP Tejo - P 590
A Marinha Portuguesa assina hoje no Porto a venda de 4 navios que estão ao seu serviço desde 2016. Nada mais nada menos que os famosos patrulhas costeiros da classe Tejo. A venda está anunciada à República Dominicana por cerca de 24 milhões de euros. As entregas dos navios acontecerão em Portugal estando separadas em cerca de 10 meses, uma unidade a cada entrega. 
NRP Mondego - P 5952

Na lista dos navios vendidos está o famoso NRP Mondego, o navio em que a tripulação se recusou a sair ao mar, na ilha da Madeira, numa missão de vigilância e acompanhamento a um navio estrangeiro. Além do NRP Mondego, deverão deixar Portugal também o NRP Tejo, o NRP Douro e o NRP Guadiana.

NRP Douro - P 591

Em contrapartida a Marinha Portuguesa espera receber nos próximos anos cerca de 12 novos navios, incluindo um navio inovador, porta drones, D. João II, já em construção na Roménia, além de 3 fragatas, dois reabastecedores e 6 navios de patrulha Oceânica.

NRP Guadiana - P 593

Thursday, February 19, 2026

Carpe Diem

O navio tanque Carpe Diem a deixar Lisboa, tendo dado saída do terminal do Barreiro. Este navio tanque navega com a bandeira de Malta e tem como dimensões principais 170 m de comprimento e 26 m de boca. Foi construído na Coreia do Sul, Busan, pela DAE Sun shipbuilding em 2010 e recebeu o IMO 9428815. Tem 17800 t GT. Veio decarregar ao Barreiro produtos químicos com proveniência na zona de Cádiz, Espanha. Como é um navio flexy, consegue transportar diferentes tipos de produtos em tanques diferentes. O terminal do Barreiro é uma referência na exportação de biocombustíveis e óleos vegetais, mas também recebe muitas matérias primas como soda caustica e ácidos.
O Carpe Diem no momento em que se separava da lancha de pilotos e do piloto de bordo e começava a avistar o farol do búgio. Anteriormente navegou com o nome Carpe Diem II, e bandeira das ilhas Marshall, mas recentemente mudou-se para a bandeira de Malta. É operado pela V Ships. É um navio regular no terminal do Barreiro, fazendo escalas que não vão além dos 2 meses de ausência.

Franziska



O navio de carga geral Franziska, proveninete do porto Escocês de Montrose, ancorado no rio Tejo a meio da tarde do dia de hoje. De construção chinesa do ano 2011, o Franziska é um navio com 145, 63 m de comprimento e 18,25 m de largura. Opera com o IMO 9535618 e tem casco com classificação de gelo. É operado pela HS Bereederungs GmbH & Co KG. Possui duas gruas com capacidade de 80 toneladas cada. Navega até aos 13 nós de velocidade e opera sobretudo na Europa no transporte de cargas pesadas e contentores. Mais detalhes técnicos sobre o Franziska podem ser vistos na lista do seu fretador, aqui. Possui capacidade para transportar 663 TEUS, 302 nos porões e 361 no convés. Tem um calado de 7,4 m mas na presente viagem navega com apenas 5,9 m. Já navegou com os nomes Wenningstedt, DS Brasil, Thorco Copenhagen, BBC Brazil e Onego Maas.

Dois Transinsulares em Lisboa

Registo de dois navios da Transinsular no porto de Lisboa. O Ponta do Sol, subindo o Tejo em direcção a Santa Apolónia, com uma carregamento de veículos embarcados em Leixões. Encontra-se com as novas cores da Transinsular, uma grafia mais estilizada e um novo logótipo na chaminé que já aparece também em muitos dos contentores da empresa.
Por sua vez o Monte da Guia, deixou o Cais de Santa Apolónia depois do almoço e foi atracar no cais do estaleiro da Naval Rocha, para uma manutenção programada em que deverá permanecer no estaleiro incluindo uma docagem a seco, durante cerca de 20 dias. Anteriormente o navio tinha navegado da Ilha de São Jorge directamente para Lisboa.

Peneireiro Cinzento

 

Com a gradual entrada em serviço já vão sendo bastante notórios nas travessias fluviais os novos navios da Transtejo. Neste registo o Peneireiro Cinzento, chegando ao Cais do Sodré, vindo de Cacilhas.

Navios em Setúbal

Os navios de transporte de veículos para exportação, Neptune Tharros e Grande Roma pela popa.

Registo de vários navios atracados e ancorados no rio Sado, porto de Setúbal, aguardando cais para descarregar. Este porto movimenta muitas mercadorias, muitas ainda carga a granel, sendo normal encontrar por aqui muitos navios mais pequenos de carga geral.

Arklow Accord, Vertom Porto e Agaete

O Katre da Hansa Shipping

O Anne da Vertom a descarregar sucata

O Arina

Arklow Accord

Fri Porsgrunn, navio de carga geral do ano 2000, operado pela Scandinavian Ship Services.

Donald M. James

O graneleiro Donald M. James numa docagem na Lisnave na doca 33. O navio ainda se encontra no estaleiro em trabalhos de manutenção geral. É um navio com 228,93 m de comprimento, 32,3 m de largura e está a navegar com o IMO 9770555 desde 2018. É operado pela Deltamrine, e propriedade da Vulica Shipping Company ltd. Tem um calado de 12,80 m e uma deslocação de 45307 t GT. 

Portinho da Arrábida


Uma das lanchas dos pilotos do Porto de Setúbal, a Portinho da Arrábida, navegando com destino à sua base, depois de mais uma assistência a um navio de entrada no porto.

Sobreda


O rebocador Sobreda aguardando a entrada de mais um navio no rio Sado, sob as suas novas cores, a relembrar a multinacional Svitzer.

Wednesday, February 18, 2026

Uranus III


O Uranus III, mais um navio em fase final de vida que foi convertido para o transporte de animais. Aqui vemo-lo atracado no porto de Setúbal com carga de ração e palha para o transporte de animais, muito provavelmente ovinos ou caprinos destinados a países da Costa Africana do Mar Mediterrâneo, destino habitual das exportações portuguesas de animais.

O Uranus III, navega com o IMO 8601680 e bandeira do Panamá. Foi construído em 1986 pela Fosen Mekaniske em Rissa na Noruega, como navio de transporte de carga paletizada. Navegou com os nomes VictoriaHamn, Nordvaer, Winter Bay e Azure Coast. Tem 2731 toneladas GT, 79 m de comprimento e 15 m de largura.

WEC Frans Hals




O navio porta contentores WEC Frans Hals dando entrada no porto de Setúbal na tarde do dia 17 de fevereiro de 2026. Este navio de 134 m de comprimento por 23m de largura, navega com a badeira Portuguesa, encontrando-se registado na ilha da Madeira. Navega com o IMO 9326964 e na presente viagem estava a fazer uma cabotagem nacional ao serviço do maior operador de contentores do porto de Sines.
Aqui, pode ver o último registo que tinhamos do Wec Frans Hals também em Setúbal, neste blogue.

Thursday, January 29, 2026

Navio Museu Santo André


Dois registos do navio museu Santo André, atracado de forma permanente em Ílhavo. Um dos poucos exemplos da tradição marítima Portuguesa e preservação de navios no nosso país.

Friday, January 23, 2026

AIDAstella

Um registo de um dia mais ensolarado em que se vê o AIDAstella a deixar o cais de Santa Apolónia, no início da sua manobra de rotação, para iniciar a descida do rio Tejo.
 

S. Jorge navegando no Tejo


Um registo simples do S. Jorge navegando pelo rio Tejo. Depois de ter saída da empresa pública, este navio ainda não consegiu recuperar o esplendor que possuia outrora. A pintura de cor escura e com sinais de ferrugem e linhas mal pintadas não abona muito naquele que é um dos navios com mais capacidade e melhor espaço exterior a navegar no rio Tejo.

Thursday, January 1, 2026

Queen Anne descendo o Tejo

Este foi o segundo navio de cruzeiros que desceu o Tejo neste ano de 2026. O primeiro foi o Borealis por volta das 3 h da madrugada. O Queen Anne deixou Lisboa por volta das 17 h com destino a Southampton.

A próxima escala em Lisboa deve acontecer apenas a 19 de agosto próximo. Antes desta escala irá estar em portos portugueses, nomeadamente no Funchal e em Ponta Delgada na viagem de volta ao Mundo que iniciará já no próximo dia 6 de Janeiro em Hamburgo. Depois desta escala deverá voltar a Lisboa a 10 de novembro, 2 de Dezembro e será de novo esperado em Lisboa para a passagem de ano 2026/2027, apesar de efectuar poucas escalas ao longo do ano, neste porto.

Borealis e Queen Anne na despedida de 2025, em Lisboa

O Borealis e o Queen Anne, são os 2 navios que passaram o ano, em Lisboa. Numa cidade sem qualquer tradição de passagem de ano, mas cada vez mais procurada por turismo de baixíssima qualidade que chega em voos de baixo custo, esta é uma boa oportunidade para cobrar as taxas portuárias e turísticas que ainda ninguém as viu aplicadas em nenhum bem comum. Talvez neste ano apareçam em alguma investigação judicial. Bom ano de 2026 a todos os entusiastas de navios.