Quebramar e Roncador, são as lanchas de pilotos do porto de Viana do Castelo. Nas fotos vemos ambas de braço dado, aguardando por serviços. A Quebramar com o registo V-41-EST, é uma lancha clássica, construída nos estaleiros da Carnave em Aveiro nos idos anos 80. Já a Roncador opera em Viana do Castelo desde 2010.
barconauta
blogue sobre navios e shipspotting
Monday, July 27, 2026
Pedro Nunes
O antigo navio da Transtejo, Pedro Nunes, após ter sido vendido para interesses nortenhos, encontra-se numa reconversão em Viana do Castelo, desde Dezembro de 2024. Sabe-se que irá operar no rio Douro como navio de cruzeiros fluviais. O Pedro Nunes está a ganhar uma secção em alumínio, na popa que irá inclusivamente albergar os motores da nova embarcação. Fica o registo deste catamará que durante 22 anos operou no rio Tejo, sobretudo na ligação pública de passageiros, entre o Seixal - Cais do Sodré e Montijo. O Pedro Nunes, foi vendido pela Transtejo pelo preço de 30.600,00 €. Uma vez que está a ser transformado tendo em vista o prolongamento da sua vida útil, prova-se que não estava assim tão mal, para ser retirado do serviço público. Note-se que nem são visiveis reforços estruturais na parte antiga do navio.
Veja aqui o Pedro Nunes em 2021, atracado no Barreiro, aguardando a saída da frota de navios públicos da Trantejo, para ingressar no sector privado dedicado ao turismo.
Veja aqui o Pedro Nunes em 2021, atracado no Barreiro, aguardando a saída da frota de navios públicos da Trantejo, para ingressar no sector privado dedicado ao turismo.
Star Explorer ex-World Explorer
Encontra-se no estaleiro de Viana do Castelo, WestSea, em pequnas reconversões estéticas o navio ex-World Explorer. O atual Star Explorer da Windstar Cruises está passando por umas reformulações estéticas que o introduzirão na frota da WindStar Cruises. O ex-Mystic Cruises, de Mário Ferreira, muda assim de mãos, dando origem a mais uma exportação da construção naval Portuguesa.
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| A versão anterior do Star Explorer, no seu dia de estreia em Lisboa, em Outubro de 2019. |
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| O Star Explorer ao lado do porta contentores Fine Schepers |
Sunday, July 26, 2026
Sefu
Sefu, é o nome do novo navio que se encontra em construção no estaleiro WestSea de Viana do Castelo. Este projecto Japonês dedicado aos cruzeiros de exclusividade que irão operar nos mares do Japão, é propriedade da Ryobi Holdings, através da fundação da companhia R Yacht Co, Limited, fundada em 2024. O Sefu, irá operar maioritariamente no mar do Japão em estilo iate, com a sua marina de popa, a primeira nos navios Japoneses, que permitirá a saída de passageiros, para exploração de zonas onde embarcações maiores não chegam.
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| A piscina infita e parte da marina de popa já visível. |
Ao lado do Sefu está também em andamento um novo projecto para o rio Douro. Ainda se deconhece o nome desse futuro navio.
Tuesday, July 7, 2026
MSC Opera
O navio da MSC está a fazer uma série de viagens, tipo autocarro em que em todos os portos onde passa faz desembarques e embarques, no Mediterrâneo.
As escalas do MSC Opera são Alicante, Génova, Marselha, Málaga e Lisboa, sobretudo havendo penas uma pequena alteração nas viagens com visitas a Olbia e Mahon. É uma operação direccionada ao mercado Ibérico sobretudo e uma aposta no mercado Português, que se tem vindo a fidelizar junto da MSC, por ser esta a empresa que mais tem apostado neste público.
O MSC Opera é um navio com 22 anos de idade. Um dos 4 navios da Classe Lirica e o primeiro desta classe que foi construído directamente para a MSC. Os dois navios irmãos anteriores haviam sido construídos para a extinta Festival Cruises, daí que apresentam algumas ligeiras diferenças dentro da mesma classe, nomeadamente nos espaços da popa.
Desejamos uma excelente operação ao MSC Opera e esperamos pelas suas próximas escalas neste Verão em Lisboa, de forma a que possamos obter mais registos das suas escalas por cá.
Thursday, July 2, 2026
Ventura em dia de calor extremo em Lisboa
O Ventura marca hoje uma vez mais a sua presença no porto de Lisboa com uma escala numa viagem de 10 dias que inclui uma pernoita em Lisboa. Atracou no Cais do Jardim do Tabaco, tendo por companhia apenas o Funchal a alguns metros de cais mais a montante, na mesma zona da cidade, Santa Apolónia. O Ventura está a realizar um tournaround desde Southampton sendo Lisboa o porto mais a Sul deste cruzeiro, que terá ainda escalas em Leixões e em Guernsey. Os passageiros do Ventura tiveram a oportunidade de desfrutar de um autêntico dia de verão em Lisboa, uma vez que as temperaturas chegaram aos 40ºC, estando prevista a mesma temperatura para o dia de amanhã. O Ventura deve deixar Lisboa apenas amanhã pelas 17h.
Sunday, June 21, 2026
Evrima
O navio de cruzeiros Evrima, que a Ritz-Carlon Yacht Collection decidiu chamar de super iate, para captar um tipo de passageiro com mais poder de compra, esteve ontem em Lisboa. Aqui iniciou uma viagem de 9 noites com destino a Dublin, com escalas em Leixões, Corunha, Bordéus, Plymouth e Cobh. Saiu de Lisboa pelas 17h:30, tendo chegado de Tânger pelas 7h, de uma viagem de 6 noites que havia começado em Tarragona/Barcelona.
Este navio transporta quase tantos tripulantes como passageiros. Tem capacidade para 298 passageiros e 246 tripulantes, o que o torna um navio bastante exclusivo. Tem 190 m de comprimento e espera-se que nesta viagem tenha aproveitado para abastecer os 5 restaurantes de bordo com produtos bastante exclusivos da gastronomia Portuguesa. Note-se que este navio foi batizado no porto de Lisboa a 5 de novembro de 2022. Tem marcado a sua presença neste porto, tal como o fazem muitos outros navios, nas suas viagens posicionais do Mediterrâneo para o norte da Europa e Oceano Atlântico. A próxima escala do Evrima em Lisboa, está prevista para 24 de outubro próximo.
Eli A
O navio porta contentores Eli A, ao serviço da Maersk, saindo de Lisboa com destino a Algeciras. É um navio de 2005, construído pelo estaleiros J. J. Sietas (Alemanha) que atualmente navega com a bandeira portuguesa e registado na Madeira. Tem a gestão técnica a cargo da Döhle Shipmanagement Pte lda. E o seu propreitário é a Eli Shipping. Navega com o IMO 9326976, sendo um navio porta contentores do tipo feeder. Efetua viagens de no máximo 2, 3 dias entre portos próximos para transporte de carga de portos maiores para portos menores.
Tem capacidade para 868 TEUS e 9981 t GT. Da imagem acima deduz-se que partiu de Lisboa quase vazio pois vais com linha de água bastante acima do nível da água e com o bolbo a flutuar fora de água. O Eli A, consegue navegar a cerca de 13,8 nós. Tem 134,44 m de comprimento e 22,74 m de largura.
Grona Vulture e Sekavin Pioneer
O navio de carga geral, Grona Vulture e o navio tanque Sekavin Pioneer, ambos atracado na zona da Rocha da Rocha Conde D'Óbidos, em Lisboa. O Sekavin Pioneer no cais de aprestamentos do estaleiro NavalRocha e o Grona Vulture no exterior do cais da Rocha. A curiosidade sobre estes dois navios recai nos seus nomes anteriores, que em ambos, embora ocultos, ainda se conseguem ler no casco. Inclusive o Sekavin Pioneer conseguimos ler dois dos seus nomes anteriores na proa, algo que é pouco habitual.
O Grona Vulture, ainda mostra o nome anterior Navin Vulture visível, para os mais atentos, na ponte de comando.Já o Sekavin Pioneer, na proa ostenta embora que apagados, os nomes Patagonia 100 e FS Camille. Uma curiosidade que reflecte a vida dos navios e as suas passagens por diferentes empresas e operadores.
O Grona Vulture que navega com o IMO 9543328, é um navio de 2009, construído na China, cujo primeiro nome foi Onego Sementina, sendo posteriormente alterado apenas para Sementina, em 2011. Já em 2015, passou então a Navin Vulture e desde dezembro de 2025 que navega com o atual nome. Já o Sekavin Pioneer, foi construído em 2006 e já ostentou vários nomes também. É um navio com 80 m de comprimento e 15 de largura. Navega com o IMO 9350252 e foi construído como FS Salome, em 2009, passou a chama-se ST Camille, em 2012 FS Camille um dos nomes que ainda osteta na proa, em 2013 passou a chamar-se Pluton, em 2014 Camille e em 2019 Patagonia 100, nome que ainda é visível na sua proa também.
No registo acima vemos o ferry Cale de Aveiro, em primeiro plano. Este pequeno ferry de tráfego local ainda continua no estaleiro a aguardar a sua demolição também.
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