Warnow Master o navio que liga o porto de Roterdão ao Porto de Lisboa. Roterdão o porto mais a Norte e Lisboa mais a Sul, numa viagem de distribuição de carga pela Península Ibérica, com origem em Roterdão e escalas em Leixões e Vigo. Efectua serviço pela Evergreen.
As mais recentes viagens efectuadas pelo Warnow Master.
O Warnow Master é um navio de porta contentores que navega com o IMO 9449833. Leva na popa o registo de Limassol, bandeira Cipriota. Tem 17068 toneladas GT, em 180 m de comprimento e 25 m de largura. É uma construção Chinesa (Zhejiang Ouhua Shipbuilding - Zhoushan), do ano 2009.
A lancha de pilotos Cabo Mondego, uma das unidades que efetua serviços de pilotagem no porto da Figueira da Foz. Cabo Mondego é o local onde a Serra da Boa Viagem encontra o oceano Atlântico na Figueira da Foz e onde se situa o farol com o mesmo nome, numa falésia de elevado valor geológico.
Voltou a Lisboa o navio AIDAnova numa escala assinalada como mudança de tripulação. Em tudo estará relacionada com o recente surto de doença a bordo. Recorde-se que o navio tem cruzeiros agendados para daqui a 5 dias nas ilhas Canárias. A hora de partida está assinalada para as 12h perfazendo uma escala de cerca de 6 h.
O navio Biglift Barentsz que se encontra em Lisboa a descarregar os novos pórticos de cais para o terminal de Alcântara. Estas novas gruas de descarga de navios, permitem alcançar até 22 fiadas de contentores o que permite que navios de maiores dimensões venham a operar em Lisboa num futuro que se pretende próximo. Assim navios post Panamax poderão vir a operar em Alcântara. Recorde-se que nos últimos anos os grandes navios porta contentores foram desviados de Lisboa, devido a conflitos laborais, os quais as companhias de transporte marítimo eram alheias e desviaram as suas operações encontrando alternativas em portos Espanhóis próximos onde as situações laborais estão mais resolvidas do que por cá. Porquanto, a carga que devia ser transportada para o hinterland do porto de Lisboa, era transportada por via terrestre desde os portos Espanhóis, acarretando maiores custos para o consumidor final.
Os novos pórticos de descarga de navios irão permitir uma maior eficiência na operação portuária neste terminal. Como shipspotters e apreciadores de navios, apenas esperamos que estas gruas permitam trazer mais navios a Lisboa. Este investimento, não é mais do que o cumprir de uma obrigação perante o Estado Português para a implementação de medidas ambientais mais eficientes na operação portuária e que já deviam ter sido realizadas em 2019, em função do contrato de concessão em vigor.
Parte dos equipamentos que serão substituídos e vista parcial de alguns recentemente adquiridos que ainda não operam em pleno. Os antigos pórticos e gruas de cais de fabrico Português com a marca Mague, ex-empresa de Vila Franca de Xira, mais concretamente Alverca do Ribatejo (Atual urbanização Malvarosa).
Encontra-se em Lisboa, numa viagem de entrega o navio ferry Salish Heron. Este navio é especial pois é um ferry que está a percorrer meio mundo para chegar ao destino final, a Columbia Britânica, no Canadá, onde irá operar. Faz parte das novas aquisições da BC Ferries para renovação de frota com unidades ambientalmente mais eficientes.
Tem capacidade para 600 pessoas, entre passageiros e tripulantes e 138 veículos. Navega nesta viagem com o registo de Oslo, mas por baixo já possui a inscrição Victoria, muito provavelmente porque ainda não é propriedade oficial da BC Ferries e poderá ainda pertencer ao estaleiro Remontowa Shipbuilding, em Gdansk, Polónia.
O Salish Heron tem propulsão de Gás Natural tal como os seus outros 3 irmãos gémeos mais velhos, da classe Salish, construídos desde 2016. São eles o Salish Orca, o Salish Eagle e o Salish Raven. Esta classe homenageia o povo Salish, um povo com elevada importância cultural neste país. Como tal, a BC Ferries convidou diversos artistas plásticos deste povo para efetuarem a decoração exterior e interior destes navios. Abaixo mostra-se como irá ficar o casco da "Garça Salish", no projecto do artista Maynard Johnny Junior.
Imagem BC Ferries
Das principais características desde navio que se destacam num ferry de curta distância como este, e que fazem dele um navio eficiente no tipo de transporte que efectua, é a existência de 2 proas. Este tipo de ferrys devia ser introduzido no rio Tejo nas travessias fluviais. Pois os ferries que virão substituir os atuais cacilheiros, já estão desatualizados e ainda nem cá chegaram, apesar de terem propulsão eléctrica. Outra característica deste ferry que podia ser introduzida nos navios que diariamente sulcam as águas do Tejo, são os decks abertos com cadeiras e até mesas para os passageiros desfrutarem do ar livre e exterior dos navios, tal como este navio que navegará num país onde o clima é bem mais severo do que em Lisboa, mas que possui espaços exteriores onde os passageiros poderão desfrutar da viagem.
Além do Salish Heron encontra-se também em Lisboa o ferry Ombo que se dirige em viagem de entrega também, da Turquia para a Noruega. A completar os ferries ao lado destes encontra-se na doca seca o ferry Pato Real que efectua as travessias do Rio Sado, em Setúbal. Perto desde 2 ferries até parece pequeno...
O Ombo visto desde Almada numa manhã de nevoeiro, deste início de ano 2022.
O navio ferry Ombo, irmão gémeo do Hidle que se encontra de passagem por Lisboa em viagem para a Noruega. OS navios são em tudo idêntico e com uma viagem e destino iguais, pelo que poderá rever o post sobre o Hidle para ficar a conhecer melhor estes 2 navios Noruegueses. Fazem escala em Lisboa, com espaço de 6 meses entre si, sensivelmente. Atrás do Ombo vemos o Corinthian, navio de cruzeiro que se encontra há já algum tempo em Lisboa reparando problemas no motor.
O navio de transportes especiais que se encontra em Lisboa, a descarregar 4 pórticos de cais, para o terminal de contentores de Alcântara. Este tipo de operação que acontece a cada 50 anos, é motivo de curiosidade. Afinal não são todos os dias que vemos um navio chegar com as próprias gruas do cais, ao invés de as utilizar para descarregar a carga. Neste navio a carga são os próprios pórticos que irão descarregar muita mercadoria em Lisboa, nos próximos anos.
A operação irá prolongar-se por mais alguns dias, uma vez que se trata de uma descarga especial e que tem de acontecer sob condições bastante controladas para não acontecerem acidentes. O navio teve proveniência no Japão, onde carregou estes pórticos. Inclusive teve de submergir para passar por baixo da ponte 25 de Abril em segurança.
A viagem do Biglift Barentsz, com navegação costeira em Durban anormal mas muito provavelmente para evitar condições de mar menos favoráveis e evitar a passagem pelo Canal do Suez, que estava condicionada pelas dimensões do transporte e navio.
O vídeo do Porto de Lisboa, com bonitas imagens deste transporte pouco habitual.
A chegada do AIDAstella a Lisboa, esta tarde, através das webcams do porto de Lisboa. Com uma qualidade de imagem aceitável para os cerca de 3 kms que separam a webcam do navio. O AIDAstella parte de Lisboa amanhã, para Puerto del Rosário nas Canárias, às 14 h.
O navio AIDAnova presente em Lisboa desde 29 de Dezembro, acabou por cancelar a continuação da presente viagem, devido aos casos de doença detectados a bordo. Assim os passageiros estão a desembarcar e a retomar os seus destinos, alguns de regresso a casa e outros para destinos à sua responsabilidade. Apenas passageiros não doentes estão a desembarcar e seguir as suas vidas de forma mais normal possível.
Segundo informação que está sendo avançada por sites Alemães, o navio AIDAnova encontra-se retido em Lisboa, devido ao atraso da chegada de novos tripulantes para substituírem os que se encontram doentes a bordo. Por essa razão o navio cancelou a escala de passagem de ano na Madeira e permanece em Lisboa.
É o navio menos poluente de entre os navios de cruzeiros gigantes, assim podemos considerar o, AIDAnova. Encontra-se em Lisboa, numa escala prolongada a aguardar a viagem que o levará à passagem de ano, na ilha da Madeira. Depois continua a sua viagem de 17 dias com início em Hamburgo e término em Las Palmas. O primeiro navio da AIDA, que possui camarotes para passageiros que viajam sozinhos e que é alimentado a GNL, tem 337 m de comprimento e 42 m de largura, que fazem dele um colosso comparado por exemplo com o edifício do terminal de cruzeiros de Santa Apolónia.
O seu combustível é armazenado em reservatórios com a capacidade para duas semanas de viagem, 3500 metros cúbicos de LNG, a -162º C, o ponto de liquidificação deste gás. Este combustível permite-lhe reduzir a emissão de gases poluentes para a atmosfera, tais como óxido de enxofre, óxido de nitrogénio e dióxido de carbono. É tão amigo do ambiente que ostenta orgulhosamente pintado no casco o selo do governo Alemão de certificação ambiental o "Blaeur Engel". Resulta de 10 anos de desenvolvimento do estaleiro Alemão Meyer Werf, em melhorias e eficiência ambiental.
A piscina exterior com jacuzzis e a cobertura da piscina interior. Sendo o deck exterior reservado para solário e áreas de descanso. Enquanto isso os passageiros aproveitam o miradouro que o deck 20 proporciona sobre Alfama para obterem algumas fotografias do bairro histórico de Lisboa.
O AIDAnova, tem como navio gémeo o AIDAcosma. Um navio que estruturalmente é em tudo idêntico a este da classe Helios. Apenas os interiores e decoração é que variam, tal como é habitual nos navios gémeos.
Recorde aqui e aqui a estreia do AIDAnova em Lisboa e no Funchal, respectivamente, ambas as escalas em Dezembro de 2018.
A Fincantieri entregou no passado dia 23 de Dezembro o Viking Octantis, no estaleiro Norueguês VARD, em Soviknes, o navio que hoje visita Lisboa e que aqui permanece até às 22 h antes de rumar a Las Palmas. Este navio destinado ao mercado de exploração, é uma nova aposta da companhia Viking Cruises, tendo sido desenhado pelas mesmas equipas que projetaram os outros navios da companhia que tem vindo a destacar-se na introdução de características diferenciadoras aos seus navios. É também o maior navio produzido por este pequeno estaleiro próximo da cidade de Alesund. A Viking Cruises é neste momento a companhia que introduz as novidades nos navios tal como o fez a Royal Caribbean no final dos anos 80, inícios dos anos 90. Depois, claro está, as restantes depressa copiam e introduzem essas características nos seus navios.
O Viking Octantis que passou o Natal a navegar no Canal da Mancha, é um navio com casco reforçado para navegação em águas polares. Os 204 m de comprimento por 24 m de largura, fazem dele um navio esguio, diferente dos atuais navios de exploração que se ficam pelos 120, 130 m de comprimento. O design de proa que introduz a "novidade" de ter uma janela ampla envidraçada próxima da linha de água, numa proa próxima das "x-bow".
Tal como o seu irmão Viking Polarlis que será entregue no próximo ano, tem capacidade para 378 passageiros, em 189 camarotes. É um navio que oferece de raíz um hangar para arrumação de botes, no interior do navio, ao contrário de navios novos que andam com os botes pendurados e içados por gruas, nos decks superiores. Possui também um auditório para realização de aulas, onde passageiros e investigadores poderão trocar impressões sobre viagens e temas alusivos às mesmas.
Fazendo companhia à estreia do Viking Octantis, estava desde ontem em porto o Amadea, que deixou Lisboa pelas 18 h com destino à passagem de ano Madeirense.
O AIDAstella também por cá se encontra numa viagem que teve início em Cartagena e que irá levá-lo até ao porto de Cádiz amanhã quando deixar o cais pelas 15 h. Além do paquete Funchal que se encontra atracado em Santa Apolónia Montante.
O Amadea escala hoje novamente Lisboa, em mais uma viagem com pernoita na capital Portuguesa. Deverá deixar Lisboa, apenas amanhã, dia 28 pelas 18 h com destino ao Funchal onde vai passar a passagem de ano. O navio já se encontra a "queimar tempo", para chegar a horas à melhor passagem de ano de Portugal e uma das melhores do Mundo. O Amadea chegará à Madeira no próximo dia 30, pelas 8 h. No dia 31, sai do Funchal para uma visita de um dia à ilha do Porto Santo, de onde regressa pelas 17 h e fundeia ao largo do Funchal. Após as 12 badaladas, larga do Funchal com destino a Agadir, prosseguindo dessa forma a sua viagem que terá fim em Nice.
Já o navio que estava previsto passar o ano em Lisboa, o AIDAsol, acabou por cancelar a sua escala neste porto e divergiu para o Funchal onde é esperado no dia 31 pelas 08 h. Antes fará ainda escala em Las Palmas nas ilhas Canárias, Gran Canária. O cancelamento da escala do AIDAsol em Lisboa tem sido noticiado como associado ao cancelamento dos festejos de passagem de ano, contudo suspeita-se que em nada esteja relacionado uma vez que a passagem de ano em Lisboa, não presta para nada e não está associada a nenhuma tradição de jeito a não ser pancadaria e bebedeiras no Terreiro do Paço.
O navio Artania, marca a sua presença hoje, véspera de dia de Festa, no Porto de Lisboa. Irá permanecer em Porto até às 17h do dia de Natal, hora em que deverá largar cabos, com destino a Cádiz.
O navio de cruzeiros, Amadea atracado em Lisboa, na sua mais recente escala com pernoita neste porto. Os navios quando permanecem em Lisboa durante a noite, acabam por emprestar a sua beleza à capital Portuguesa.
O Amadea é o ex-Asuka, navio de 1991 de construção Japonesa e que operou neste mercado até 2006 quando passou a chamar-se Amadea. Tem capacidade para 624 passageiros e 292 tripulantes. Como Asuka chegou a visitar Lisboa, contudo a atual companhia é mais regular em Lisboa do que a anterior.
O Rolldock Storm com o navio de carga geral Bulker Bee 10, pela popa.
Encontra-se em Lisboa efetuando a segunda descarga de carris, o navio Rolldock Storm. Depois de ter cá estado de 22 a 28 do mês passado, o Rolldock Storm navegou até ao porto Italiano de Piombino onde carregou mais carris que trouxe até Lisboa nesta viagem. Os carris segundo informação disponibilizada pelo porto de Lisboa, destinam-se à Infraestruturas de Portugal, para as obras de duplicação da linha do Oeste. A saída do Rolldock Storm está prevista para as 17 h do dia de Natal.
No total e segundo informação divulgada pelo porto de Lisboa, serão descarregadas 9500 t de carris nestas duas viagens. Existe ainda a informação de que alguns carris possuem 108 m de comprimento e outros 72 m de comprimento. No próximo ano são esperados mais carris destinados à linha de Évora.
Neste tipo de operação, os carris são descarregados diretamente para composições sobre carris que os levarão até ao destino final. As duas gruas do navio, operam em simultâneo, içando a carga através de uma estrutura de apoio, que impede a encurvadura dos carris, e deformação excessiva que pode levar à sua rotura ou alteração de forma das peças.